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Segunda oportunidade


Há cerca de três semanas adoptámos um cão. Aliás, uma cadela. Há três anos que não tínhamos pêlos no chão da cozinha. Mas é bom. É bom para os miúdos, apesar de ainda estarmos em fase de adaptação.
É jovem, mas adulta. Esteve dois meses no canil, onde era bem tratada; por vezes fazemos lá voluntariado. Não sabemos que vida levou antes disso, antes de ser resgatada da rua.
Parece que me escolheu como dono e é ciumenta, sobretudo quando a minha filha, que é a mais pequena cá do burgo, se aproxima de mim. Nota-se que é uma cadelita dominante, a sacaninha.
É um exercício de paciência, e de persistência, mas acredito que com tempo ela vai entender que há espaço para todos, não é preciso abocanhar ninguém. Nem roubar comida, já agora.
Sobretudo, sinto que lhe estamos a proporcionar uma nova oportunidade. E isso deixa-me feliz.

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Sou uma pessoa “vulgar”, portanto sei que não vou inventar a roda neste espaço. Pretendo apenas ordenar ideias, partilhar pensamentos ou dúvidas existenciais, dissertar um pouco sobre conceitos que vou apanhando por aí e que quero (tentar) aplicar. Alguns dos temas que poderão passar por aqui: livros, parentalidade, culinária, organização, relacionamentos, ecologia. Ou seja, de tudo um pouco, de tudo o que me poderá vir à cabeça no momento, de tudo o que me apetecer e me fizer falta colocar por escrito. Leio alguns blogs que me inspiram e que falam da maioria dos temas que referi (é que não estou mesmo a inventar a roda!), pelo que apenas pretendo deixar aqui algumas das minhas reflexões e experiências. Ou, claro está, assuntos que em nada se relacionem com isso. Veremos.

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