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Pessoas difíceis


Há pessoas difíceis, que trazem ao de cima o pior que há em nós.
Todos nós temos momentos em que complicamos, em que somos parvos, em que nem nós nos suportamos. Mas há indivíduos que parecem ter como objectivo de vida infernizar a dos outros.
Na verdade, tenho pena dessas pessoas, ainda que normalmente me apeteça esbofeteá-las até que atinem. Creio que estas pessoas são infelizes.
Portanto, enquanto os meus colegas desejam que a chefe fique a calçar o pneu de um camião TIR, leve uma carga de porrada ou sofra de disenteria, eu tenho outros desejos para ela. Ainda que acredite que a sua infelicidade esteja mais provavelmente relacionada com o foro pessoal (mas aí não sei o que a faria feliz), prefiro desejar que lhe surja uma oportunidade de emprego fantástica, irrecusável, e que satisfaça todos os requisitos da pessoa em questão. De preferência nos antípodas. Sem ironia.

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Os meus temas

Sou uma pessoa “vulgar”, portanto sei que não vou inventar a roda neste espaço. Pretendo apenas ordenar ideias, partilhar pensamentos ou dúvidas existenciais, dissertar um pouco sobre conceitos que vou apanhando por aí e que quero (tentar) aplicar. Alguns dos temas que poderão passar por aqui: livros, parentalidade, culinária, organização, relacionamentos, ecologia. Ou seja, de tudo um pouco, de tudo o que me poderá vir à cabeça no momento, de tudo o que me apetecer e me fizer falta colocar por escrito. Leio alguns blogs que me inspiram e que falam da maioria dos temas que referi (é que não estou mesmo a inventar a roda!), pelo que apenas pretendo deixar aqui algumas das minhas reflexões e experiências. Ou, claro está, assuntos que em nada se relacionem com isso. Veremos.

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Há bastante tempo que leio sobre as vantagens de fazer uma ementa semanal, ou até mensal. E sempre que faço e sigo a dita ementa, a vida é mais doce. Então, porque não consigo desenvolver o hábito?! É irritante conhecermos uma ferramenta que funciona (comigo pelo menos, sei que nem toda a gente gosta) e não sermos capazes de a utilizar regularmente. Não sei se será por não gostar de repetir seja o que for, e se escrever as refeições percebo que essas repetições existem e forço-me a arranjar alternativas, o que é cansativo. Ou se será porque não me apetece pensar de antemão na lista de compras que tenho que elaborar para que a ementa funcione. Ou se é apenas boicote puro e simples, de mim para mim. O que não seria inédito. Não vou desistir. A desta semana já está feita, acabadinha de sair do forno. Toma!